quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Ligações da Vida: Mãe e Bebe

 
Um argumento pró-aborto típico se apoia na premissa de que o bebê dentro do útero de sua mãe ataca a integridade física dela. O bebê em desenvolvimento é visto nesse ponto de vista como um intruso, um parasita, uma ameaça à autonomia da mãe. De acordo com essa perspectiva, a mulher grávida é vista como estando sob ocupação. O único jeito de ela continuar a exercer seu interesse na integridade física, diz esse argumento, é ser libertada por meio da eliminação e expulsão do invasor.
Mas a ciência pinta um quadro vastamente diferente sobre o relacionamento real entre um bebê no útero e sua mãe, mostrando que, longe de ser um parasita, o bebê em gestação pode curar sua mãe pelo resto da vida dela, pois as células benéficas do bebê passam para o corpo da mãe durante a gravidez.
Jena Pinctott, escritora científica, explora esse relacionamento em seu livro que foi lançado em outubro de 2011: “Do Chocolate Lovers Have Sweeter Babies”  (As Amantes de Chocolate Têm Bebês Mais Doces? A Surpreendente Ciência da Gravidez).
A ciência vem estudando o fenômeno do microquimerismo das células fetais por mais de 30 anos, depois que pesquisadores da Universidade de Stanford ficaram chocados em 1979 ao descobrir o sangue de uma mãe grávida contendo células com cromossomos sexuais Y. Considerando que as mulheres só têm cromossomos X, eles concluíram que as células só podiam ter entrado no corpo dela a partir do bebê do sexo masculino que ela estava carregando.
Valendo-se de estudos de biologia, genética reprodutiva e epigenética, Pinctott fez um esboço em seu livro do que a ciência aprendeu desde a descoberta de Stanford.
“Durante a gravidez”, escreveu ela, “as células dão um jeito de atravessar a placenta em ambas as direções. As células do feto entram na sua mãe, e as células da mãe entram no feto”.
Os cientistas descobriram, disse ela, que as células fetais de um bebê aparecem mais vezes nos seios saudáveis de uma mãe e menos vezes numa mulher que tem câncer no seio (43 versus 14 por cento).
Pinctott indicou que à medida que a quantidade de células fetais no corpo de uma mãe aumentam, a atividade de doenças de autoimunidade tais como artrite reumatoide e esclerose múltipla diminuem. Ela chamou a evidência de “tentadora” de que as células do bebê em gestação podem oferecer para a mãe mais resistência contra certas doenças.
Certo tipo de células fetais que entra no corpo da mãe é as células-tronco do bebê. As células-tronco têm o que Pinctott chama de “propriedades mágicas” em que elas podem “se transformar” em outros tipos de células por meio de um processo chamado diferenciação. As células-tronco fetais do bebê podem realmente se tornar as próprias células da mãe que completam seu fígado, coração ou cérebro.
No que qualquer especialista em ética poderia declarar como legítima “terapia de células-tronco embrionárias”, as células-tronco fetais do bebê migram para os lugares machucados da mãe e se oferecem como remédio de cura, se tornando parte do próprio corpo da mãe. Pinctott escreve que tais células foram encontradas em “tireoides e fígados enfermos e se transformaram em células de tireoide e fígado respectivamente”.
Pinctott chama a evidência de “impressionante” de que as células fetais de um bebê “reparam e rejuvenescem as mães”.
O especialista em genética Dr. Kirby Johnson, do Centro Médico Tufts de Boston, e a professora Carol Artlett, pesquisadora da Universidade Thomas Jefferson da Filadélfia, apoiam as ideias de Pinctott. A pesquisa deles mostra que quando uma mulher engravida, ela adquire um exército de células protetoras — o que se poderia chamar de um presente vindo de seu bebê — que permanece com ela durante décadas, talvez até o fim da vida dela.
Johnson e Artlett conversaram com Robert Krulwich da Rádio Pública Nacional numa entrevista de 2006. Na pesquisa deles, Johnson descobriu que uma colher de chá de sangue de uma mãe grávida continha “dezenas, talvez até centenas de células… do bebê”. A ciência tem mostrado que no final da gravidez de uma mãe, até 6 por cento do DNA no plasma de sangue dela vem do bebê.
“Achávamos que elas [as células fetais no corpo da mãe] seriam atacadas sem demora. Achávamos que seriam eliminadas em questão de horas, ou mesmo dias. O que descobrimos é que esse não é o caso, de forma alguma”, disse Johnson.
Artlett apontou que ainda que uma mulher tenha um aborto espontâneo ou deliberadamente aborte seu bebê, as células do bebê em gestação, apesar disso, permanecem com a mãe, até mesmo por décadas.
Johnson e Artlett defendem a hipótese de que as células fetais do bebê têm um propósito benéfico, de não prejudicar a mãe, mas protegê-la, defendê-la e curá-la pelo resto da vida dela, especialmente quando ela fica gravemente enferma.
“Há muita evidência agora começando a se tornar conhecida de que essas células podem realmente ser curadoras”, disse Artlett.
Durante a entrevista, Johnson contou o caso de uma mulher que foi internada num hospital de Boston com sintomas de hepatite. Ela era usuária de drogas intravenosas com histórico de cinco gravidezes: um nascimento, dois abortos espontâneos e dois abortos provocados. Johnson especulou que ela estaria carregando muitas células fetais.
No processo de examiná-la, a equipe médica realizou uma biópsia do fígado. Uma amostra do fígado dela foi enviada para um laboratório para ver se alguma célula fetal havia se ajuntado à área enferma do fígado dela. O que eles descobriram foi de surpreender.
“Encontramos centenas… e centenas de células fetais”, disse Johnson, acrescentando que eles viram “literalmente coberturas de células, áreas inteiras que pareciam normais”.
Os cientistas estão ainda tentando apurar o que faz com que as células do bebê trabalhem no corpo da mãe dessa forma sinergética.
Pinctott fica tentando imaginar quantas pessoas deixaram seu DNA no corpo das mães. “Qualquer bebê que tenhamos concebido”, conclui ela.
Pinctott vê algo “belo” nisso. “Muito tempo depois do parto, nós mães continuamos a levar nossos filhos, pelo menos em certo sentido. Nossos bebês se tornam parte de nós, exatamente como nós somos parte deles. As barreiras foram derrubas; os limites não são mais fixados”.
Talvez não seja nada poético dizer junto com Pinctott que um bebê vive uma existência inteira no coração e mente da mãe.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Avenidas Infinitas de Possibilidades a Colapsar



O que é a Realidade?

Ao longo dos tempos foi-nos transmitido conceitos de realidade distintos. Mas um conceito é apenas uma descrição daquilo que pode ser. Uma descrição da realidade assenta em princípios matemáticos, fórmulas, incompletas e quase sempre inconsistentes.
Uma descrição da realidade nunca refere tudo aquilo que existe mas apenas aquilo que é possível observar. “Dito de outra forma, há evidência científica que sugere ser o nosso mundo, e tudo o que nele existe – desde flocos de neve a macieiras, de estrelas cadentes a electrões – apenas imagens fantasmagóricas, projecções a partir de um nível de realidade tão para além da nossa (realidade), que ultrapassa literalmente o tempo e o espaço.”
Michael Talbot, “O Universo Holográfico” - Breve introdução ao admirável mundo da Física Quântica!
O comportamento muito estranho de partículas subatómicas…
David Bohm foi o primeiro a ter a coragem suficiente para afirmar que o comportamento estranho que os cientistas estavam a observar nas partículas subatómicas só era possível se o nosso dia-a-dia fosse uma ilusão. Bohm afirmou que por detrás daquilo a que chamamos realidade encontra-se uma ordem mais profunda da existência, um vasto e mais primário nível de realidade o qual deu à luz todos os objectos e aparências do nosso universo físico.
Inspirados pelas muitos cientistas começaram a procurar uma ordem mais profunda no Universo. Encontraram-na na forma de um gigantesco campo de energia inteligente ao qual foram dados muitos nomes, sendo o mais comum Campo do Ponto Zero (ZPF).
Este campo existe como energia com um potencial infinito sem forma. A partir deste potencial tudo
pode ser criado, literalmente!
À medida que continuaram a explorar este Campo, os cientistas desenvolveram uma teoria para explicar o universo físico a partir do qual tudo é construído.
Esta teoria envolve quatro componentes:
A construção do Universo
1. O Campo
2. Partículas Subatómicas
3. O Universo Físico
4. Consciência
O CAMPO existe num estado de possibilidades infinitas, o que significa que tudo é possível e tudo pode ser criado a partir Dele. Quando a Consciência foca a sua atenção no CAMPO com uma intenção específica de criar algo, esse estado de possibilidades infinitas colapsa numa única possibilidade, determinada pela intenção. Em Física Quântica chama-se a este processo “colapsar o efeito de onda”.
Uma vez que se dê o colapso, é criada a ilusão de um universo físico, as partículas subatómicas surgem nessa ilusão e combinam-se de maneira muito específica para “construir” os objectos intencionados que interagem no nosso dia-a-dia.
Todo o processo é formado e guiado, do princípio ao fim, pela intenção inicial da Consciência que focou a sua atenção no CAMPO.
Trocado por miúdos…
O que os cientistas estão a demonstrar é que Tu não és capaz de ver nada, ouvir nada, sentir nada, experienciar nada, a menos que a Tua Consciência crie a experiência focando a atenção no CAMPO com uma intenção específica.
Exemplo: Tu não és capaz de ver a tua conta bancária, ou os números no extracto, a menos que a tua Consciência foque a sua atenção no CAMPO com a intenção de os criar e depois os construa, pedaço a pedaço, para que Tu os possas ver. A conta do banco, ou o extracto de conta, não possuem uma existência independente ou um poder para além do que Tu crias.
Tu és o único poder e existência nesta equação.
 
Horácio Frazão
 
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A Ciência das Possibilidades




Uma vez Werner Heisemberg, grande matemático alemão, disse: "Os átomos não são partículas, e sim tendências..." A primeira vista tal afirmação pode soar como algo surrealista, pois admitir que os átomos são tendências é o mesmo que aceitar o mundo como algo virtual e totalmente plástico a nossa vontade.
Mas tal afirmação vem sendo cada vez mais comprovada quando se mergulha no universo sub-atômico. Coisas muito estranhas começam a ocorrer quando se estuda o comportamento das partículas nesse nível. Partículas que desaparecem, manifestação em dois lugares ao mesmo tempo e o mais chocante, quanto mais se penetra no interior do átomo, mais se descobre que o mesmo é um grande vazio, até mesmo o núcleo atômico que restava como a única porção de matéria, hoje vem sendo conceituado como um bit de informação, isto é, um pensamento concentrado. Tal perspectiva muda completamente a visão de mundo e nos coloca no papel principal dessa grande odisséia chamada vida.
O modelo de realidade que utilizamos para interpretar o mundo sempre esteve baseado na visão da física clássica que conceitua o mundo como um grande relógio. Nesta visão clássica proposta por Isaac Newton, a realidade é estável e tempo e espaço são constantes universais imutáveis.
Desta forma, o mundo seria regido por leis pré-determinadas. Nesta visão materialista temos também implícito o princípio aristotélico da objetividade forte, o qual estabelece a relação de que a matéria existe independente da percepção ou de uma mente. Entretanto, com as novas descobertas constatou-se que a matéria e a energia são reversíveis (Teoria da relatividade de Einstein), e que qualquer tipo de radiação só poderia ser emitida e absorvida em pequeno pacotes de energia, os quanta (Teoria quântica - Max Planck).
Esse comportamento dual da radiação como onda e também como partícula passou a intrigar os cientistas, pois o mesmo comportamento passou a ser observado em corpos tradicionais da Física, como os elétrons. Começaram a notar que o elétron ora se comportava como partícula, ora como onda. Esta natureza o tornava incerto no interior do átomo. Para abranger este comportamento estranho dos elétrons, foi proposto por Heinsenberg o princípio da incerteza, que hoje é um dos pilares da mecânica quântica. Neste princípio não se pode obter ao mesmo tempo os valores relacionados à posição e à velocidade do elétron. Se temos a posição, não temos a velocidade e se temos a velocidade não temos a posição. E as equações matemáticas começaram a revelar lugares com maior ou menor probabilidade de se encontrar o elétron, pois os elétrons somem misteriosamente e reaparecem também misteriosamente.
De posse deste conhecimento, os cientistas iniciaram a busca pela variável que provocava o desaparecimento do elétron e o seu retorno. Seria algo mais ou menos assim: quando o elétron desaparece, o mesmo deixa de ser uma partícula e passa a ser uma onda, porém como uma onda, ele assume uma natureza insubstancial. Esta característica passou a ser aceita a partir do princípio da complementaridade proposto por Bohr, para explicar que a natureza onda-partícula são dois aspectos complementares do elétron.
O curioso é que no momento em que o elétron assume o comportamento de onda, ela não é uma propagação de energia, mas uma onda de probabilidade. E o colapso desta onda em partícula é promovido por um observador, uma mente. Esta confirmação nos remete à noção de que somos responsáveis pelo surgimento da matéria.
Assim passamos a ser agentes determinantes de toda a realidade à nossa volta, já que o comportamento da realidade no nível sub-atômico é determinado pelas nossas mentes. E esta é a ciência das possibilidades que estuda a manifestação quântica a partir do pleno efeito de nossas consciências! O que a Física quântica está trazendo à tona hoje é exatamente aquilo que os sábios antigos propunham de que a mente cria a matéria. A partir dessa nova perspectiva, devemos nos perguntar: como esse novo modelo de interpretação de realidade pode mudar a forma como lidamos com a própria vida? E a partir desse questionamento poderemos transformar a experiência.

 
Horácio Frazão
 
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Pai Nosso e as Glândulas

Para Edgar Cayce, a ação sobre o sistema glandular é o caminho para se obter a cura ou a enfermidade. A escolha depende de como agimos para influenciar as glândulas.
 



De acordo com Edgard Cayce, as glândulas endócrinas são o ponto de contato entre os nossos três corpos. São nelas que se encarnam o espírito e a alma, e é através delas que se atua no corpo físico. Portanto, a cura se inicia no sistema glandular.
Segundo Cayce, o sistema glandular é a fonte de todas as atividades humanas, de todas as disposições, de todos os temperamentos e da diversidade das naturezas e das raças.
O medo, a cólera, a alegria, quaisquer das energias emocionais estão relacionadas com as glândulas endócrinas, pois as mesmas produzem secreções hormonais que se expandem dentro do organismo.
Os olhos, o nariz, o cérebro, a traquéia, os brônquios, os pulmões, o fígado, o baço, o pâncreas, não podem funcionar de forma isolada, mas podem renovar-se dentro do conjunto das funções glandulares.
Talvez seja neste ponto que o sistema endócrino seja influenciado pelas atividades da alma e é por este caminho que se encontra o dom do Criador.
As glândulas estão relacionadas com a renovação das células, com a degeneração e com o rejuvenescimento, não só da energia física, mas também da energia do corpo mental e do corpo espiritual.
É através dessas minicentrais de energia que nosso corpo físico recebe a cura ou a enfermidade.
Nossas atitudes mentais não são alheias às nossas atitudes físicas – tais como o nosso falar, o nosso tom de voz, a nossa forma de olhar – pois todas as glândulas endócrinas estão atuando sobre nosso sistema sensorial.
Quando Cayce fala sobre como essas glândulas orquestram todas as atividades do corpo físico – sua forma, suas manifestações, suas percepções – ele também comenta a respeito dos centros glandulares maiores, ou seja, aquelas glândulas que secretam hormônios como a pineal, a pituitária, o timo, a tireóide, as supra-renais e as gônadas masculinas e femininas.
Existem outras glândulas no organismo, mas correspondem ao que a tradição hindu chama de chacras, que são as chaves da personalidade humana. Cada uma das glândulas corresponde a uma função precisa, a uma vibração colorida, a um elemento da Terra, a um signo astrológico e a uma influência de um planeta.
A 'pituitária' é a glândula mais alta do corpo; está relacionada com a luz e se desenvolve no 'silêncio'.
A 'glândula pineal' é o ponto inicial para a 'construção do embrião' no ventre da mãe.
A 'tireóide' entra em ação quando se deve tomar uma 'decisão e agir'.
O 'timo' corresponde ao 'coração'.
As ' supra-renais' são o nosso 'centro emocional' e atuam sobre o 'plexo solar'.
As 'gônadas' são 'os motores' do corpo físico.
Edgard Cayce também explica que, por exemplo, todas as glândulas estão envolvidas no sentimento de cólera.
Uma pessoa que está amamentando, tomada por algum estado de cólera, afetará suas glândulas mamárias, e o bebê vai sentir perturbação em suas glândulas digestivas. A reação principal se produz nas glândulas supra-renais.
Cayce estima que as enfermidades chegam ao corpo físico através dos venenos segregados nos centros glandulares pelas atitudes negativas.
E, no sentido contrário, seria possível encontrar a cura trabalhando-se de uma forma positiva, por meio da meditação.
Por exemplo, por meio da oração Pai-Nosso – que encontra correspondência nos centros glandulares.
A oração de forma meditativa pode ter um efeito dinamizante sobre as glândulas; é uma busca para compreender como atua a Força Criadora de Deus sobre o corpo.
A 'pituitária' corresponde à palavra 'Céu';
A 'pineal' corresponde à palavra 'Nome';
A 'tireóide' corresponde à palavra 'Vontade';
O 'timo' corresponde a 'Mal';
O 'plexo solar' corresponde à palavra 'Ofensas';
A 'região do sacro', com as células de Leyden, corresponde à palavra 'Tentação';
As 'Gônadas' correspondem à palavra 'Pão'.
Assim, teríamos a 'correspondência entre os versos do 'Pai-Nosso' e as principais 'glândulas endócrinas', segundo Edgar Cayce:
'Pai-Nosso que estais no Céu' – abre a pituitária (glândula-mestra do corpo);
'Santificado seja Vosso Nome' – abre a glândula pineal;
'Venha a nós o Vosso Reino' – abre a tireóide;
'Seja Feita a Vossa Vontade, assim na Terra' – abre o timo;
'Como no Céu' – abre a tireóide;
'O pão nosso de cada dia nos dai hoje' – abre as gônadas (glândulas sexuais masculinas e femininas);
'Perdoai-nos nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam' – abre as supra-renais;
'E não nos deixeis cair em tentação' – abre as células Leyden (ou glândulas de Leydig, que não são verdadeiramente glândulas, mas sim um conjunto de células secretoras de hormônios, localizadas abaixo do umbigo e por cima das gônadas);
'Mas livrai-nos do Mal' – abre o timo;
'Pois é Vosso o Reino' – abre a tireóide;
'O Poder' – abre a glândula pineal;
'E a Glória' – abre a pituitária.
 
Helena Gerenstadt
 
 
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Mulheres Curadoras


 
Erveiras, raizeiras, benzedeiras, mulheres sábias que por muito tempo andaram sumidas, ou até mesmo escondidas.

Hoje retornam com um diploma de pós-graduação nas mãos e um sorriso maroto nos lábios. Seu saber mudou de nome. Chamam de terapia alternativa, medicina vibracional, fitoterapia, práticas complementares… são reconhecidas e respeitadas, tem seus consultórios e fazem palestras.

As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade.

Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores, sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho, fazer uma compressa, dar um conselho sábio. Na verdade, a mulher idosa é um arquétipo da ‘curadora’, também chamada nos mitos de Grande Mãe. Não tem nada a ver com a idade cronológica, porque esse é um arquétipo comum a todas as mulheres que sentem o chamado para a criatividade, que se interessam por novos conhecimentos e estão sempre à procura de mais crescimento interno.

Sua sabedoria é saber que somos “obras em andamento’, apesar do cansaço, dos tombos, das perdas que sofremos… a alma dessas mulheres é mais velha que o tempo, e seu espírito é eternamente jovem.

Talvez seja por isso que, como disse Clarissa Pinkola, toda mulher parece com uma árvore. Nas camadas mais profundas de sua alma ela abriga raízes vitais que puxam a energia das profundezas para cima, para nutrir suas folhas, flores e frutos. Ninguém compreende de onde uma mulher retira tanta força, tanta esperança, tanta vida.

Mesmo quando são cortadas, tolhidas, retalhadas, de suas raízes ainda nascem brotos que vão trazer tudo de volta à vida outra vez.

Por isso entendem as mulheres de plantas que curam, dos ciclos da lua, das estações que vão e vem ao longo da roda do sol pelo céu. Elas tem um pacto com essa fonte sábia e misteriosa que é a natureza. Prova disso é que sempre se encontra mulheres nos bancos das salas de aula, prontas para aprender, para recomeçar, para ampliar sua visão interior. Elas não param de voltar a crescer… Nunca escrevem tratados sobre o que sabem, mas como sabem coisas!

Hoje os cientistas descobrem o que nossas avós já diziam: as plantas têm consciência! Elas são capazes de entender e corresponder ao ambiente à sua volta. Converse com o “dente-de-leão” para ver… comunique-se com as plantas de seu jardim, com seus vasos, com suas ervas e raízes, o segredo é sempre o amor.

Minha mãe dizia que as árvores são passagens para os mundos místicos, e que suas raízes são como antenas que dão acesso aos mundos subterrâneos. Por isso ela mantinha em nossa casa algumas árvores que tinham tratamento especial. Uma delas era chamada de “árvore protetora da família”, e era vista como fonte de cura, de força e energia. Qualquer problema, corríamos para abraçá-la e pedir proteção.

O arquétipo de ‘curadora’ faz parte da essência do feminino, mesmo que seja vivenciado por um homem. Isso está aquém dos rótulos e definições de gênero. Faz parte de conhecimentos ancestrais que foram conservados em nosso inconsciente coletivo.

Perdemos a capacidade de olhar o mundo com encantamento, mas podemos reaprender isso prestando atenção nas lendas e nos mitos que ainda falam de realidades invisíveis que nos rodeiam. Um exemplo? Procure saber mais sobre os seres elementais que povoam os nossos jardins e as fontes de águas… fadas, gnomos, elfos, sílfides, ondinas, salamandras… As “curadoras’ afirmam que podemos atrair seres encantados para nossos jardins! Como? Plantando flores e plantas que atraiam abelhas e borboletas, gaiolas abertas para passarinhos e bebedouros para beija-flores. Algumas plantas ‘convidam’ lindas borboletas para seu jardim, como milefólio, lavanda, hortelã silvestre, alecrim, tomilho, verbena, petúnia e outras. Deixe em seu jardim uma área levemente selvagem, sem grama, os seres elementais gostam disso. Convide fadas e elfos para viverem lá.

 

Este artigo foi publicado pelo Jornal 100% Vida de maio/2012 por Mani Alvarez * Coordenadora do curso de pós-graduação em Práticas Complementares em Saúde
 
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Atitudes para o Melhor Ano de sua Vida!



Para começar, devo esclarecer: o melhor ano de nossas vidas precisa ser aquele que estamos vivendo. Afinal, aprendemos com o anterior e a tendência é que possamos experimentar mais acertos e mais felicidade.
Assimile as dicas mais coerentes com o seu coração. Há sabedoria por toda parte, mas precisamos querer enxerga-las.
 
1. Permaneça consciente
É preciso estar atento para a vida e as oportunidades. Mas tudo isso começa dentro de você. Por isso, permaneça consciente de si, de seus desejos, pensamentos, sentimentos e, principalmente, ações. Só você pode ser melhor.
 
2.  Responsabilize-se pelo que sente, pensa e faz
Pare de acreditar que o outro é culpado pelo que você está sentindo. Ciúme, raiva, carência, tristeza ou qualquer outro que você sentir, é seu. É você quem precisa aprender a lidar com eles, em vez de ficar se colocando no papel de vítima e se transformando num reclamão chato e insuportável.
 
3. Seja mais gentil
A gentileza é poderosa! Transforma relações, derruba barreiras e faz muito bem à saúde física e emocional. Tente. Trate bem quem te tratar mal e veja o que acontece. Aja como se gostasse de todos e perceba como as pessoas reagem. É um impressionante e delicioso exercício.
 
4. Ouça mais
Tente se colocar no lugar do outro e compreender por que é que ele está criticando algo que você fez. É uma chance imperdível de se conhecer melhor e crescer, amadurecer. Escute mais, Ouvir é a mais eficiente maneira de construir um mundo novo.
 
5. Confie e relaxe
Pare de brigar com os acontecimentos e com a vida. Confie que tudo é como tem que ser. Deixe o tempo passar. Perceba como sua visão sobre o futuro é limitada e tente acreditar que existe um Deus, um Universo que tudo sabe! Faça a sua parte e relaxe.
 
6. Lembre-se: estresse não é coisa chique
Estresse causa muitas doenças e mal-estar. Não se deixe enganar: quem está estressado precisa aprender a colocar limites e a dizer ‘não’ quando for preciso. Solte os ombros, relaxe o corpo e aproveite mais a vida.
 
7. Transforme conhecimento em sabedoria
De nada adianta ler tudo sobre amor e felicidade, mas não colocar nada em prática, não mudar seus pensamentos e suas escolhas. É preciso fazer diferente para que uma informação se transforme no resultado que você deseja.
 
8. Busque ajuda
Se estiver difícil mudar sozinho, procure ajuda. Você não precisa conseguir sozinho. Existem muitos caminhos e especialistas disponíveis. Pare de acreditar que somente seu corpo precisa de tratamento. Sua mente e seu coração também precisam de cuidados. Livros, terapias, cursos... invista em você – seu veículo para a felicidade.
 
9. Aposte sempre no equilíbrio
Nem demais, nem de menos! Quando estiver em dúvida sobre o que fazer, busque dentro de si sua intuição e o caminho do meio. No fundo, você sabe! Assim, você vai viver  arrependendo-se por ter se precipitado e nem por não ter se manifestado.
 
10. Respire lentamente
A respiração é milagrosa. Mas precisa ser praticada corretamente. Inspire profundamente, sentindo o ar chegando até o abdome. Depois, expire também devagar e sinta o seu corpo todo relaxando. Faça isso sempre que quiser mais consciência e mais equilíbrio.
 
11. Acredite no amor
Mesmo que tenha sofrido no ano anterior, vale a pena continuar acreditando. Mire-se nas pessoas felizes e tome como prova de que é possível. Observe como você pode ser mais coerente e não desista. A vida é linda e vale a pena aposta nesta ideia.
 
12. Faça por merecer
Quem não quer tudo de bom para si e para seus amores? Todos nós queremos! A felicidade está dentro e isso é certo. Mas é preciso estar presente, aqui e agora, para ser capaz de senti-la. Use o passado como lição e o futuro como esperança. Mas o que há de melhor está bem diante de você, neste momento. Usufrua e estará fazendo por merecer!
 
Rosana Braga
 
 
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

É possível meditar caminhando


A técnica é difundida pelo mestre zen-budista Thich Nhat Hanh.

 



Esqueça as almofadinhas e as pernas cruzadas. Segundo o mestre zen-budista vietnamita, Thich Nhat Hanh, é possível meditar caminhando. Para isso, basta se concentrar nas passadas e na respiração.

Thich sugere que ao caminhar, a concentração fique focada nos pés que tocam o chão. Ele sugere que, antes de chegar ao trabalho, a atenção deve ser voltada para a respiração e os passos devem ser lentos. O resultado é proporcionar tranquilidade para começar um dia de trabalho.

O mestre budista aconselha também a prática acompanhado de amigos, de preferência num belo local. Evitar pensar nos problemas do dia a dia também ajuda a obter o resultado esperado. Segundo Thich, a execução da meditação caminhando traz foco e permite o observador a reparar os detalhes que o cercam.


Fonte: www.fibromialgia.com.br


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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Há Algo Mais...



Aqui estamos nós, em mais uma vida...
E o nosso tempo está correndo.
Estamos aqui de passagem!
E viver não é um jogo – nem de longe.
E precisamos aprender tanto...

Não estamos aqui só para comer, beber, copular e dormir.
Não mesmo, Porque viver é muito mais...
Mas não se percebe isso só pelos meros sentidos do corpo.
É preciso ver com o coração – com alma e coragem.
Para ver além do que achamos... Sim, além do nosso umbigo.

Nós viemos das estrelas -  e estamos aqui só por um tempo.
E, às vezes, nos perdemos em maneirismos estranhos.
Talvez porque nos esquecemos de nossa real natureza.
Contudo, ainda somos seres espirituais vivendo a experiência humana.
E precisamos aprender tanto...

Por vezes, tapamos nossa consciência com carradas de arrogância.
E perdemos tanto... Bem mais do que imaginamos.
No entanto, ainda somos o que somos: seres espirituais.
Nunca deixamos de sê-lo, mesmo dentro do corpo físico.
E quando nos lembrarmos disso, tudo melhora, porque a verdade cura!

Ah, porque olhamos para os cemitérios e marejamos nossos olhos?
E porque não fazemos isso olhando para cima, admirados com a vida?
Não, a saudade que sentimos não é só de quem partiu... É saudade de casa.
A mesma casa das estrelas, para onde eles foram em espírito e verdade.
Então, ambas as saudades se misturam dentro do nosso coração.

Às vezes, quando oramos, parece que tiramos um véu escuro da frente...
E o nosso coração viaja... E alcança as esferas espirituais, cheias de vida.
E, de lá, recebemos um abraço sutil – que não se explica, só de sente.
E um sussurro espiritual sopra em nós: “Há algo mais... Um Amor. Uma Luz”.
Sim, não estamos aqui sozinhos – e outros nos observam, silenciosamente...

Ah, quando deixamos cais as escamas de nosso ego, tudo muda.
Porque recordamos de nossa verdadeira natureza estelar.
Então, sabemos que estamos aqui só de passagem...
E que viver é muito mais do que só respirar – é também amar e realizar.
E quando reconhecemos isso, o nosso olhar ganha o brilho do amanhecer.

Às vezes, quando meditamos, escutamos a música das esferas espirituais.
E isso é o nosso coração – e está além da razão comum e dos sentidos físicos.
E algo espiritual novamente sopra em nós: “Há algo mais... Um Amor. Uma Luz”.
Então, a saudade se vai... E o que fica em nós não se explica, só se sente.
Ah, precisamos aprender tanto...

P.S.:
Aqui estamos nós.
Para ver além do que achamos.
Sem nos perdemos mais.
Sem anestesiar nossa consciência.
Sem negar o que somos.
Olhando a vida como o Amor olha...
Com o olhar do amanhecer.
Com a coragem e alma.
De todo o coração.
Porque há algo mais...
Um Amor. Uma Luz.
E não estamos sozinhos.
Viemos das estrelas e retornaremos a elas...
Mas, agora, estamos aqui.
E o tempo está correndo...
E nosso umbigo não é a medida do Universo.
E precisamos aprender tanto...


Wagner Borges



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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Como saber se estamos apegados ao passado?


De maneira simples podemos analisar nossa mente se estamos ou não apegados ao passado....


Quando aparece uma dificuldade, um problema na vida como você se porta?
Vejamos o caso de uma pedra no eu caminho, qual das 3 opções voce mais de identifica?

A- Como esta pedra veio para aqui? Quem será que a trouxe? Como conseguiram colocá-la aqui? Será que tem mais pedras atrás dessa?

B - Olha que pedrãaoooo! .... Como é grande! Nunca vi pedra tão grande! Até que é bonitinha se não fosse tão grande! Que cor é essa pedra? Marrom cinza ?

C- Como farei para tirar essa pedra daí? Está atrapalhando o caminho de todo mundo....Empurrar? Explodir?


 
Quem se identificou com a A está apegado ao passado e tem dificuldades para lidar com presente e futuro.

Quem se identificou com a B vive mais o presente e tem alguma dificuldade para lidar com passado e com futuro .

Quem se identificou com a C não tem grandes dificuldades de lidar com os problemas do dia a dia (presente) ...usando o passado de forma automática, para apenas resolver seu futuro.
 
Desconheço a Autoria
 
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