sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Seja Autêntico: Seja sincero com você mesmo



Você precisa se autoconhecer, ouvir sua voz interior. Descobrir seus talentos e habilidades. Descubra o que gostaria de ser, qual profissão gostaria de exercer. Descubra seu guia interior que vai lhe ajudar a seguir com segurança na sua caminhada na Terra.
Por exemplo, não pode decidir ser engenheiro ou médico apenas por que alguém disse o que você dever ser. Você precisa descobrir quais são suas vocações e aptidões.
Você pode seguir várias orientações dos seus pais, dos professores, pois geralmente eles têm boas experiências e sabedoria. E, muitas vezes, você pode renunciar a muitas coisas, mas não renuncie ao que for essencial para você.
Quando fizer o que gosta, ouvir sua voz interior, terá sucesso e realização profissional. Você se sentirá valorizado, útil e necessário para o mundo.
Acredite no amor. Não se torne frustrado tendo relacionamentos ou se casando com quem não quer. Escolha quem vai compartilhar de sua vida, ouvindo a voz do coração e da razão.
 
Como ouvir sua voz interior?
 
É preciso purificar a mente. Sem acalmar a turbulência da mente, a inquietação e ansiedade, você ouve apenas a mente negativa e não tem contato com seu Ser interior, fonte de toda sabedoria, amor e criatividade.
A meditação existe para ouvir a voz interior. Assim, se você deseja ser mais realizado e feliz, crie o hábito regular de meditar.
Outro ensinamento importante é não usar máscaras do ego para fingir o que você está sentindo. Se estiver triste, não precisa ficar sorrindo, fingindo que está alegre. Se estiver alegre, não precisa se sentir culpado porque os outros estão tristes. Seja verdadeiro com você mesmo e com os outros.
Tudo passa. Às vezes, você está sofrendo alguma dor física ou emocional, mas depois você melhora. Não alimente a tristeza criando estados depressivos, mas permita ser sincero consigo mesmo.
Se fingir o que está sentindo, você vai se dividir em dois – uma parte menor de você está sorrindo, e a parte principal continuará triste. E, depois, até sozinho, você continua fingindo porque isso vai se tornando um hábito automático e arraigado.
Aprenda a dizer sim quando quer dizer sim e, diga não quando quer dizer não. Se sempre fizer o que não quer apenas para agradar os outros ou viver o papel de “o bonzinho”, você vai sentindo raiva e reprimindo-a. E, depois, acaba explodindo e magoando as pessoas, mesmo sem querer, porque engoliu sapo e reprimiu emoções negativas. Isso cria disfunções e bloqueios no mecanismo do seu corpo.
Não reprima a raiva. Libere isso. Se sentir vontade de chorar, chore. É um mecanismo natural para liberar os bloqueios do corpo. Quando uma vez ou outra, você deixa as lágrimas correrem, quando realmente chora, seus olhos se limpam, você se purifica e se revigora, porque as energias bloqueadas e as emoções reprimidas são liberadas.
Alguns homens desenvolveram a noção errada de que não devem chorar. Quando crianças, ouviram de alguém ou até dos pais, que era fraqueza ou coisa de mulher chorar.
Mas, isso é um equivoco. Pois, se fosse apenas para as mulheres, os homens não teriam também glândulas lacrimais, na mesma proporção que existem nas mulheres.
Se você chorar sinceramente, quando sentir vontade, você também conseguirá rir, porque essa é a outra polaridade do ser humano. Permita-se dar risadas. Seja você mesmo, liberando suas máscaras e autoimagem negativa.
A pessoa que reprime a raiva fica com a mandíbula bloqueada. Isso gera até problemas dentários, porque muita energia negativa fica acumulada nos dentes. A pessoa com raiva come mais, fuma mais, torna-se um falante obsessivo, porque a mandíbula fica bloqueada .
E, como a mandíbula precisa de exercício para que um pouco dessa energia seja liberada, a pessoa alimenta vícios, engorda, fica nervosa, de mau humor. Tudo por causa da raiva acumulada.
Entenda que a raiva vem dos desejos insatisfeitos, da não aceitação do momento presente, do ego que não quer ser contrariado, do julgamento.
É humano sentir raiva, mas não alimente essa raiva. Deixa que ela venha e se vá. Não fique remoendo o que lhe causou raiva. Não fique se martirizando guardando mágoas, se lembrando do que lhe fizeram. Isso é inútil e vai apenas aumentar sua raiva e sofrimento.
É importante libertar-se da raiva, que é uma energia negativa poderosa que lhe impede de se conectar com sua verdadeira essência. Não desenvolva o hábito de não ser verdadeiro. Desenvolva mais tolerância com seus familiares, amigos e companheiros de trabalho. Aceite mais a si mesmo, os acontecimentos e as outras pessoas como são.
Outro ensinamento importante sobre a autenticidade: permaneça sempre no presente, porque as máscaras do ego, que são as falsidades internas, vêm tanto do passado quanto do futuro. O que passou, passou. Não se preocupe com isso e não carregue o passado como um fardo, pois isso não vai permitir que você seja autêntico em relação ao presente.
E o que não aconteceu ainda não aconteceu. Não se incomode sem necessidade com o futuro; do contrário você não será feliz no momento presente. Entender isso é vital.

Nem passado, nem futuro – o momento é tudo.
 
Cada momento tem sua característica peculiar, e nenhum momento precisa ser coerente com nenhum outro momento. A vida é um fluxo, é um rio que segue em frente mudando seus humores.
Assim, às vezes, você se sente triste. Não se julgue. Isso acontece. E depois você começa a sorrir de novo. Não se sinta culpado por se sentir triste ou por estar sorrindo. Simplesmente, seja verdadeiro consigo mesmo. Fique em paz! Namastê! Deus em mim saúda Deus em você!
 
Emilce Shrividya Starling
 
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Magnetismo da Água



O contato da água no corpo provoca um estímulo magnético que percorre todo o organismo, deixando-o calmo e preparando-o para o sono reparador ou para as lutas de cada dia.
O banho diário, quando encontra apoio na mente, torna-se um passe.
Além das virtudes curativas da água, enxertar-se-ão fluidos magnéticos, de acordo com a irradiação da alma.
A disciplina de pensamentos é uma fonte de bem-estar na hora da higiene do instrumento carnal.
No instante do banho é preciso que se entenda a necessidade da alegria; que nosso pensamento sustente o amor, até um sentimento de gratidão à água que nos serve de higiene.
Visualize, além da água que cai em profusão, como fluidos espirituais banhando todo o seu ser.
O impulso dessa energia destampa em nosso íntimo a lembrança da fé, da esperança, da solidariedade, do contentamento, e do trabalho.
Por este motivo, banho e passe, conjugados, são uma magia divina ao alcance de nossas mãos.
O chuveiro seria um médium da água e esta o fluido que vivifica o corpo.
Poder-se-á vincular o banho ao passe e ele poderá ser uma transfusão de energias eletromagnéticas, dependendo do modo pelo qual nós pensamos enquanto nos banhamos.
Uma mente ordenada na alta disciplina e pela concentração, em segundos, selecionará, em seu derredor, grande quantidade de magnetismo espiritual e os adicionará, pela vontade, na água que lhe serve de veículo de limpeza física, passando a ser útil na higiene psíquica.
Observem que, ao tomar banho, sentimo-nos comovidos a ponto de nos tornarmos cantores!
E a alegria advinda da esperança nos chega da água, que é portadora dos fluidos espirituais, que lhes são ajustados por benção do amor.
No nosso lar somos acolhidos por equipe espiritual cuja dedicação e carinho com a família recarregará nossas energias.
Essa assistência atinge, igualmente, as coisas materiais, desde a harmonização até o preparo das águas que nos servem.
Eles energizam – com fluidos apropriados – as águas para o banho e nas que bebemos.
E, quando eles encontram disposições mentais favoráveis, alegram-se pela grande eficiência do trabalho.
Na hora das refeições é necessário e conveniente que as conversas sejam agradáveis e positivas.
No momento do banho é preciso que ajudemos, com pensamentos positivos e vibrações, para que tenhamos mãos mais eficientes operando em nosso favor.
Para obter que quisermos, basta pensarmos firmemente que estamos recebendo e o Universo nos dará isto.
É o ‘pedi e obtereis’ de Cristo.
E, com o tempo, estaremos mestres nessa operação que pode ser considerada uma alquimia. A alegria também tem bases físicas.
Um corpo sadio nos proporcionará facilidades para expressar o amor.
Quando se alimentar, esteja convicto (a) que está absorvendo, juntamente com os ingredientes materiais, a porção de fluidos curativos, de modo a eliminar todas as energias pesadas que impedem o fluxo da força vital em seu corpo. E sairá da mesa disposto (a) para o trabalho e para a vida.
Despeça-se de sua família com carinho e atenção e deixe que vejam o brilho otimista nos seus olhos, de maneira a alegrar a todos que o amam; assim, eles transmitirão as emoções que você mesmo despertou neles e isso fará muito bem.
Lembre-se: qualquer copo de água que se tome, onde quer que esteja, pode ser tomado e sentido como um banho e passes internos. Não se esqueça de bebê-lo com alegria e amor, lembrando com gratidão de Quem lhe deu essa água – rica em dons espirituais – aumentando sua conexão com o divino poder interno. É importante estar consciente a cada acontecimento e estar agradecido, se sentindo abençoado (a) e cheio (a) de amor.
A consciência, a gratidão e o amor são dois caminhos paralelos, que a felicidade percorre com alegria.

 

Adaptado de um texto de André Luiz

 

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O Natal tem História...

 
Durante os três primeiros séculos da nossa Era os cristãos não celebravam o Natal. Na Bíblia, não há referências sobre o dia do nascimento de Jesus Cristo, nem recomendações para esse dia fosse celebrado, como seriam seus aniversários de morte e ressurreição.
Portanto, ao contrário do que muitos acreditam, a origem do Natal não está no nascimento de Jesus. A festa natalina tem origem pagã, associada às comemorações denominadas Saturnália e Brumália.
A Saturnália, festa em homenagem ao deus romano Saturno, ia de 17 a 24 de dezembro. Era uma comemoração alegre, com muita dança, em que ricos e pobres conviviam igualmente, com os senhores servindo os servos, numa inversão de papéis.
No dia 25 de dezembro, imediatamente após a Saturnália, comemorava-se a Brumália, o nascimento do deus-sol, ou "o nascimento do Sol Invicto". A data, para eles, no Hemisfério Norte, coincidia com o solstício de inverno, dia "mais curto do ano", com menos horas de luz. A partir do Solstício de Inverno, as noites começam a diminuir, e os dias a aumentar.
Em tempos remotos, os persas também tinham seus deuses inspirados no sol, e comemorações nos dias 24 e 25 de dezembro.
No dia que corresponde ao nosso 24 de dezembro, os persas queimavam o seu deus Agni, construído a partir de um tronco de árvore, e colocavam outro, novo, em seu lugar.
Com o novo deus, os dias começavam a aumentar porque, segundo supunham, o seu deus jovem estava cheio de vigor para produzir dias maiores. Adoravam-no então com diversas solenidades aparatosas e sacrifícios humanos.
No dia seguinte celebravam um estranho ritual: no templo onde ficava o deus Agni, havia uma fresta na cortina do lado oriental, por onde penetrava o sol ao amanhecer. Os raios iam incidiam na parte posterior da cabeça do sacerdote, que era dotado de uma careca espelhada. Ao refletirem-se nela projetavam-se num espelho em forma de sol, e daí incidiam no deus feito de madeira.
Já a festa germânica pagã do solstício do inverno, a Yule, tinha como costumes principais os grandes banquetes, a folia, a troca de presentes, os enfeites e as árvores.
E como da comemoração da Saturnália e da Brumália chegamos ao Natal cristão?
Veja o que conta a "Nova enciclopédia de conhecimento religioso de Schaff-Herzog" (The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge):
"As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidas pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século IV), que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria 'carnal' muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."
Fonte: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/index.htm

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pequenas Atitudes Podem Mudar o Mundo!


Durante nosso dia-a-dia passamos por diversas situações nas quais podemos tornar a vida das pessoas um pouco melhor. Porém, tamanha a simplicidade destas ações, acabamos não dando o devido valor. Determinadas atitudes, tanto boas quanto ruins, acabam se ternando hábitos conforme a frequência que os realizamos. Por que não tornar um hábito em nossas vidas todas as ações que fazem bem, que melhoram a vida das pessoas que convivemos? Por que não fazer com que a bondade se torne uma rotina, que seja algo que possamos fazer sem esperar nada em troca?
 




Existem tantas atitudes extremamente simples, mas que podem sim fazer o mundo no qual vivemos um lugar agradável e melhor:
 
* Segure a porta aberta para alguém que vem logo atrás de você (fizeram isso por você? agradeça!);
* Oriente alguma criança que esteja fazendo algo perigoso;
* Seja gentil com quem que te serve no restaurante, num balcão do aeroporto ou em outro serviço qualquer;
* Leia para um idoso com visão deficiente;
* Ajude alguém no supermercado a encontrar um produto, a pegar algo na prateleira, a colocar as coisas na esteira do caixa;
* Dê orientações para alguém perdido na cidade ou simplesmente procurando um endereço;
* Pegue um lixo na rua ou qualquer lugar público e dê destino adequado;
* Cumprimente as pessoas calorosamente;
* Dê boas vindas para alguém novo na vizinhança, novo no local de trabalho, novo na escola;
* Leve alfo para os colegas de trabalho: um biscoito, uma fruta, um doce;
* Cumprimente o motorista do ônibus;
* Elogie alguém;
* Comemore as conquistas de seus amigos;
* Olhe nos olhos quando conversar com alguém;
* Cumpra suas promessas, por mais insignificantes que elas possam parecer;
* Demonstre interesse ao ouvir e não somente queira falar de si mesmo...
E, se puder, faça mais... muito mais. São nestas pequenas ações que se reconhece a bondade, a gentileza, o amor, a busca constante por um mundo melhor. Pense coletivo!
 
 
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Três Ilusões Sombrias



Os  estudos psicológicos no Mundo dos Espíritos à luz do Espírito Imortal deixam claras quais são as três ilusões mais presentes no processo de integração entre o luminoso e o sombrio dentro de nós e que costumam transformar o nosso amor em sofrimento.
 
A (1ª) primeira ilusão é acreditar que nosso amor é capaz de modificar quem nós amamos.
Não modificamos ninguém e ninguém é capaz de nos modificar se não houver identificação de propósitos e decisão pessoal de mudança. Só mesmo a prepotência pode advogar a ideia de transformação contra  a vontade de alguém e intoxicar o amor com raiva e amargura. É essa prepotência que gera a insanidade de acreditar que podemos salvar até quem não quer ser salvo, levando pais, mães, maridos, esposas e famílias inteiras à dor da culpa e da impotência. O nosso amor não será suficiente para resolver problemas, que o outro tem de resolver, e isso somente se ele quiser. O que de fato realiza as mudanças verdadeiras chama-se responsabilidade pessoal.
 
A (2ª) segunda ilusão é acreditar que somos responsáveis pelas escolhas de quem amamos.
Quando amamos legitimamente, reforçamos os aspectos saudáveis de quem amamos e não ficamos tentando controlar a vida deles para que não adotem condutas destrutivas. Quando nos sentimos responsáveis pelas escolhas alheias, dispostos a fazer todo sacrifício, como se isso fosse amor, abandonamo-nos e tiramos nossas forças, nossa motivação e nossa lucidez. Em uma relação de amor legítimo não há autoabandono. Quando isso ocorre, existe sacrifício, e o sacrifício traz a mágoa, as expectativas e as cobranças. Dor na relação é indício de que há necessidade de um aprendizado da parte de quem sofre. Quando você impede alguém de fazer escolhas, ele não aprende e ainda interpreta isso como uma mensagem subjetiva de que não acreditamos em sua competência. O aprendizado só será feito quando o outro tiver auto responsabilidade.
 
A (3ª) terceira é acreditar que amar é creditar à pessoa amada uma importância maior do que a nós próprios.

É uma atitude de autoabandono que é a origem da depressão. A lei da natureza nos prepara para a auto-suficiência, e, mesmo havendo a lei de sociedade na qual nos amparamos mutuamente e cooperamos uns com os outros, fomos dotados de recursos auto-imunizadores para sobreviver independentemente do amor alheio. Se  colocamos alguém como a pessoa mais importante da nossa existência, estamos na contramão da evolução e corremos um enorme risco de nos abandonar para cuidar de quem supomos ser mais importante.
Isso tem muito a ver com egoísmo do que com amor. Quando damos importância superlativa ao outro, estamos, em verdade, tentando nos realizar no outro, nos sentimos importantes tentando mudar o outro ou fazer algo de bom ao outro para nos sentirmos com algum valor. Essa é uma atitude nociva e que reflete a baixa autoestima e a educação que muitos de nós recebemos para agradar os outros se quisermos ser amados.
Essas três ilusões sombrias, quando iluminadas pelo ensino de Jesus de amar ao próximo como a ti mesmo, alinham-se com as leis universais de sabedoria e equilíbrio, colocando-nos a caminho da cura pessoal.
 
 
   
Ermance Dufaux e Wanderley Oliveira (EMOÇÕES QUE CURAM)
 
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Obsessão e Auto Cura

 


O professor, jornalista, filósofo, poeta, conhecedor da doutrina espírita, Herculano Pires, escreveu o "pequeno grande" livro, Obsessão, Passe e Doutrinação. Baseado em sua experiência de mais de quarenta anos no trabalho de desobsessão, Herculano explica como resolver os problemas das influências de espíritos inferiores. Com muita autoridade, o professor pode falar sobre o assunto, pois sua vida foi um exemplo de capacidade e superação das dificuldades. Viveu a doutrina, não apenas a teorizou. Calmo, alegre, humilde; homem culto, doutor em Filosofia, jornalista respeitado e escritor premiado, enfrentou problemas com muita tranqüilidade.
Foi eleito várias vezes presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo; diretor da cadeira de filosofia da Faculdade de Filosofia de Araraquara. Autor de 81 obras de valor reconhecido. Desenvolveu grande experiência no sentido de auxiliar os que, nesse difícil planeta Terra, se perdem no cipoal das próprias angústias ou rebeldia, que entram em lamentável estado de esquizofrenia temporária, do qual não conseguem sair sem o auxílio externo.
O professor realizava sessões chamadas de desobsessão, onde mentes encarnadas eram auxiliadas. Nos últimos quinze anos de sua existência, Herculano, com o auxílio do doutor Antonio João Tadesco Marchese, neurologista e do doutor Laércio Saudini, realizavam as sessões nas quais muitos obsedados encontraram a cura.
Nos casos de desajuste, o indivíduo, expelindo de si mesmo pensamentos de depressão, liga-se a mentes encarnadas ou desencarnadas, que aumentam suas sombras interiores; a esse fenômeno convencionamos, os espíritas, chamar de obsessão.
 


OBSESSÃO
 
Obsessão, como diz Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, é "o domínio que os espíritos inferiores exercem sobre determinadas pessoas".
A obsessão é sempre produto de uma auto-obsessão. O desequilíbrio tem início na mente do indivíduo encarnado. Telepaticamente, por questão de sintonia vibratória, entra em contato com outros indivíduos que vibram no mesmo teor e o processo se inicia. Não há mistério, há apenas ligação mente a mente, comunicação. O indivíduo estabelece laços com pensamentos desfavoráveis, entra em ondas desagradáveis e colhe os frutos de seu próprio desequilíbrio.
Todos nós, encarnados, em momentos de desânimo, de falta de "oração e vigilância", notamos que vamos nos enredando em uma teia de aranha, que faz os problemas parecerem insolúveis. É a hora do basta, da reação interior, do uso da vontade para sair de um estado desfavorável e entrar num equilíbrio maior com a harmonia universal; sintonizar melhor sua onda mental, mudar o teor vibratório.
Somos os construtores do nosso destino. Temos sempre o direito de optar pelo que nos convém; indivíduos fortes enfrentam os problemas que surgem e, devido à força interior, sintonizam com outros indivíduos encarnados ou não, que vibram positivamente; lutam, vencem e se tornam cada vez mais equilibrados.
Indivíduos frágeis, deslizam a todos os instantes pelos difíceis caminhos do pessimismo e entram em desajustes que podem causar até doenças físicas. Pensamentos de ódio, revolta, pessimismo são tóxicos que envenenam o corpo e desajustam a mente. 0 Mestre de Nazaré nos convida ao perdão e à fé em Deus; disse "Olhai os lírios do campo, que não tecem nem fiam e nem Salomão se vestiu como eles em toda a sua glória". Não fez um convite à preguiça, mas à serenidade. Centelhas divinas., fomos criados por Deus para um progresso infinito. Ou, como disse Jesus: "sois deuses, sois luzes...".
O nosso livre-arbítrio permite escolhermos caminhos mais rápidos para a evolução, ou labirintos dolorosos dos desequilíbrios. Mas nosso destino, dentro do determinismo das leis de Deus, é a angelitude.
 

CAUSAS DAS OBSESSÕES
 
A causa primeira é a nossa incapacidade para utilizar a nossa força interior e resolver os problemas que aparecem.
As encarnações passadas devem ser levadas em conta. O doutor Ian Stevenson, em seu livro Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação, explica como o indivíduo traz no inconsciente o arquivo do passado, que às vezes aflora no presente. Os conteúdos subliminares afloram na consciência supraliminar. Desafetos do passado aproveitam os nossos momentos de descuido, a quebra de defesa psicológica e nos afetam até onde o permitimos.
É necessário se manter dentro de um equilíbrio psíquico gerado por bons pensamentos.
O Mestre de Nazaré explica na história O Espírito Mal como se livrar dos obsessores. 0 indivíduo precisa povoar a sua casa mental com bons pensamentos; necessita entender a finalidade da existência, o tido da vida.
"Vivemos", diz Herculano, "para desenvolver as potencialidades psíquicas de que somos dotados. Nossa existência tem por fim a transcedência, a superação de nossa condição humana".
Sartre, o grande filósofo materialista, diz que o Ser deve assimilar as aquisições dos que antecederam e deixar o produto de suas experiências para os que vierem depois. Embora diga que o homem é "uma paixão inútil" reconhece a necessidade da transcedência.
Keerkgard conta a história do homem e do cachorro que estão na porta de um bar. O cachorro vive apenas; come, satisfaz as necessidades biológicas da espécie. O homem só Existe quando cresce espiritualmente, raciocina, é um elemento indutor ao progresso. Muitos apenas vivem, raros Existem.
O destino do homem não é ser escravo dos vícios, das seduções da carne, da matéria. É caminhar ereto, na vertical, em busca de mundos melhores. É fazer da terra um mundo de Justiça e de Amor.
O mundo é lindo. Há uma música suave, que só os mais sensíveis conseguem captar, que embala nossos corações, que é produto da harmonia universal. Deus nos criou para a felicidade e alegria. Diz A Gênese, de Allan Kardec: "Se o homem agisse sempre de acordo com a lei de Deus seria feliz sobre a terra e evitaria para si mesmo os males mais amargos". É o homem que, contrariando as leis de Amor, cria problemas: fome, desemprego, guerras, doenças. Aos poucos ele vai se saturar do mal moral e procurar remédio no bem.
O mundo apresenta problemas que não nos agradam; vamos resolvê-los. Se nosso próprio interior nos parece deprimente, vamos modificá-lo. Possuímos forças incríveis, é necessário utilizá-las.
Sabemos hoje, através das experiências do casal Paul Vase, na França, que o pensamento divide gotas d´água, acende lâmpadas, intensifica o crescimento de plantas. Com a força de nosso pensamento, podemos nos modificar para melhor e modificar o mundo em nossa volta. Certeza de vencer nos dará vitória. Ghandi, igualmente frágil, conseguiu mudar a face de seus país.
 

AS DIMENSÕES DA VIDA
 
No século XX é fácil ser espírita; não praticar a doutrina, mas entendê-la. A matéria se dissolveu em energia; experiências provam que, como dissera Platão, "0 mundo sensível é ilusório". A Génese de Allan Kardec disse, há mais de cem anos, que matéria é apenas condensação de energia.
Os físicos atuais são metafísicos. Falam em buracos negros e em elétrons positivos que viriam de um submundo. A mente do homem se abre para outras dimensões, outras formas de existência. O grande Einstein fala sobre a relatividade. Popper confirma que tudo é efêmero e relativo. Um mundo novo surge, os preconceitos científicos ou religiosos não tem mais razão de ser.
O corpo bioplásmico dos russos confirma que o Ká dos egípcios é o perispírito da doutrina espírita.
Uma nova compreensão do universo, uma nova ordem de valores surgiu. A existência de dois mundos, o material e o espiritual, é uma realidade. O homem cresce para a conscientização de que é uma pequena peça, importante quando inserida na grande engrenagem universal. Mas, assim como um parafuso sozinho não tem grande utilidade, sendo indispensável ao funcionamento de uma máquina, o indivíduo é útil quando se integra na Harmonia Universal. Sozinhos somos pontinhos frágeis perdidos num universo luminoso. A nossa força está na união de nossas mentes, para a construção de um mundo melhor.
Nessa nova dimensão, convém ouvir Herculano: “Reformule o conceito de si mesmo. Você não é um pobrezinho abandonado no mundo. Tire da mente a idéia de pecado e de castigo. O que chamam pecado é o erro, que pode e deve ser corrigido. Corrija-se”. A idéia de pecado e o complexo de culpa arrasam o indivíduo.
 

TRATAMENTO MÉDICO
 
Herculano lembra que “Deve haver uma orientação médica, tendo ou não o profissional conhecimento da doutrina espírita”.
O médico espírita contará com as armas maiores da compreensão da reencarnação e do intercâmbio entre encarnados e desencarnados; isso facilitará sua tarefa.
Além do tratamento médico, o obsedado recorrerá às casas espíritas onde, através de passes de sessões de desobsessão, conseguirá fortificar sua vontade e esclarecer não só sua mente como as demais envolvidas no processo para a sua libertação.
Recorrendo aos especialistas do campo da matéria e ao auxílio dos que tratam dos problemas do espírito, o indivíduo conseguirá modificar o seu modo de vida e organizar ao redor de si “a couraça da fé e da caridade” aconselhada pelo apóstolo Paulo.
Se pensamentos dissemelhantes não sintonizam, o indivíduo que emitir sempre bons pensamentos afastará toda a inferioridade e perturbação. Preocupado em ser útil, esquecerá seus problemas e será mais feliz. Madre Tereza de Calcutá não devia sentir tédio, desânimo,ou angústia existencial. Suas energias eram dedicadas aos sofredores.
É hora de crescer. Devemos nos lembrar que nenhum julgo resiste a uma vontade firme. “Só fica obsedado aquele que, consciente ou inconscientemente o desejar. È uma espécie de auto-punição”. “A cura da obsessão é uma autocura...”, diz Herculano Pires.
 

MEDICINA E ESPIRITISMO
 
“Por que motivo o Espiritismo, desde o início de sua elaboração doutrinária, teve de enfrentar a mais cerrada oposição das corporações médicas em todo o mundo? Por estranho que pareça, o motivo fundamental é simples : a Ciência Espírita abre novas e grandiosas perspectivas para o desenvolvimento da Medicina, oferecendo-lhe nada menos do que a metade desconhecida da realidade humana e das possibilidades terapêuticas de que ela necessita. Pasteur, que não era médico, mas químico, teve de enfrentar a mesma oposição por motivo semelhante. No seu tempo, a Medicina dispunha apenas de um quarto da realidade humana e Pasteur lhes oferecia mais um quarto. Foi ridicularizado e espezinhado por esse gesto de atrevimento. Kardec era professor de ciências médicas e clinicou em Paris, como o demonstra André Moreil em sua recente biografia do codificador. Mas nem por isso escapou da excomunhão científica. É curioso o paralelo entre eles. Pasteur descobriu revelou, provando-o cientificamente, a existência do mundo invisível das bactérias microbianas, que respondem, juntamente com as viroses, pela totalidade das doenças infecto-contagiosas, e descobriu a maneira científica de prevenir e curar essas doenças. Kardec descobriu e revelou cientificamente o mundo invisível dos espíritos infestadores, descobriu a maneira científica de prevenir e curar as infestações. Esses dois mundos invisíveis não estão localizados no Além, mas aqui mesmo, na Terra, envolvendo e interpretando o mundo visível. Mas a medicina é um organismo vivo do mundo das ciências e, como todos os organismos biológicos ou conceptuais, é dotado do instinto de conservação, repelindo instintivamente qualquer interferência estranha em sua estrutura.(...).


 
Heloisa Pires
 
 
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Passos para a Felicidade



1. Não guarde rancor. As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos negativos as dominem. Guardar rancor é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.
2. Trate a todos com bondade. Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Ser altruísta faz seu cérebro produzir serotonina, um hormônio que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito permite que você construa relacionamentos mais fortes.
3. Veja os problemas como desafios. A palavra ‘problema’ não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encaramos como desafio, pode se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, pense-o um desafio.
4. Expresse gratidão pelo que já tem. Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se contar suas bênçãos em vez de ansiar pelo que você não tem.
5. Sonhe grande. As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.
6. Não se preocupe com as pequenas coisas. As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai, definitivamente, deixar você à vontade para desfrutar de coisas mais importantes.
7. Fale bem dos outros. Ser bom é melhor do que ser mau. Fofocar pode ser divertido, mas, geralmente, deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva você a pensar positivo e a não se preocupar em julgá-las.
8. Não procure culpados. Pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos, Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudar para melhor.
9. Viva o presente. Pessoas felizes não vivem do passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Envolvem-se em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.
10. Acorde no mesmo horário todos os dias. Você já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e nos coloca em um estado calmo e centrado.
11. Não se compare aos outros. Todos têm seu próprio ritmo. Então, por que se comparar aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e, se pensar o contrário, acabará se sentindo inferior. Então, concentre-se em seu próprio progresso.
12. Escolha seus amigos sabiamente. A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas otimista que vão incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva em torno de você, melhor vai se sentir.
13. Não busque a aprovação dos outros. As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque aprovação de ninguém.
14. Aproveite seu tempo para ouvir. Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mas você ouve mais conteúdo você absorve.
15. Cultive relacionamentos sociais. Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão é importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.
16. Medite. Ficar em silêncio ajuda você a encontrar sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem silenciar suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmar.
17. Coma bem. Tudo o que você come afeta diretamente a capacidade de seu corpo produzir hormônios; o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo saudável e em boa forma e sua mente mais tranquila.
18. Faça exercícios. Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e auto estima e produz a sensação de auto realização.
19. Viva com o que é realmente importante. As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.
20. Diga a verdade. Mentir corrói a sua auto estima e o torna antipático. A verdade sempre liberta. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.
21. Estabeleça o controle pessoal. As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e aumenta a auto estima.
22. Aceite o que não pode ser alterado. Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Portanto, concentre-se apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

Desconheço o autor
 
Imagem: Google

 


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Defina bem as suas Metas, mas saiba Esperar!

 
Todo ser humano precisa ter em sua mente as metas que deseja conquistar, mantendo-se frequentemente ligado a uma visão de futuro do qual ele sonha, de que almeja e do qual gostaria muito que acontecesse. Essa prática traz um direcionamento para a energia da mente humana, que por consequência da Lei da Atração (*), faz com que problemas e situações negativas sejam evitados.
A maioria das pessoas que vivem envolvidas em maré de problemas são normalmente mais ligada ao presente e poucas delas tem suas metas bem definidas guardadas em suas mentes. Ter metas pessoais é saber estar imune às negatividades corriqueiras da vida, pois tudo é uma questão de sintonia já que semelhante atrai semelhante.
Mas um erro comum também acontece entre aqueles que dizem que preservam constantemente suas metas pessoais bem definidas: a ansiedade e o não saber esperar.
Precisamos, sim, ter metas de vida bem definidas, para um futuro próximo ou mais distante, de preferência precisamos escrevê-las, desenhá-las e fazer de tudo para ficarmos cada vez mais próximos de sua realização, entretanto, temos que adquirir a sabedoria para compreender que tudo tem o seu tempo certo para acontecer. Existe tempo para tudo, para plantar e para colher, para trabalhar e para descansar, para rir e para chorar, para dar e para receber, e assim por diante.
Em muitos casos, desejamos algo de forma tão intensa que sem perceber mergulhamos em um sentimento de dor, de carência e, consequentemente, de medo. Ter metas na mente é ter confiança e jamais se perder na falha de não saber esperar.
Quando as coisas estão amadurecendo ao nosso redor e se ajustando para que aquilo que plantamos no passado seja colhido, então, naturalmente percebemos que tudo está maduro e que realmente é a hora de acontecer. O grave erro que cometemos é de sermos tão ansiosos a ponto de não percebermos que esse não saber esperar faz com que grandes negatividades surjam em nossas vidas, porque é como se você quisesse colher a fruta que está verde.
Preste muita atenção na sua vida; pode ser que você não tenha problema algum e que nada esteja acontecendo, mas que simplesmente as coisas ainda não estejam maduras para que os seus sonhos se realizem. Quando você perceber isso, poderá viver muito mais feliz, poderá também pensar em novas estratégias para conseguir o que quer e, acima de tudo, deverá se reinventar para sentir alegria no caminho a ser percorrido para a conquista dos seus objetivos e não somente quando ele estiver concluído e a meta alcançada.
É mais uma vez em que a gratidão é o segredo! Ser grato por tudo, por todos, a cada instante fará de você uma pessoa mais feliz e serena. Sinta gratidão pela vida, pelas milhares de bênçãos que você tem e nem percebe. É fácil, simples e faz uma revolução positiva na vida de qualquer pessoa, porque ajuda a pessoa a entender melhor que tudo tem o tempo certo para acontecer.
 
(*) Lei da Atração: É uma lei natural assim como a Lei da Gravidade. Ela diz que semelhante atrai semelhante e que nossa vida é a manifestação das emoções, pensamentos e sentimentos que temos, em outras palavras, que somos e atraímos para nossas vidas a essência de tudo que paira em nosso mental e emocional. Para entender melhor essa lei, imagine-se como um imã: o que você é e sente, você atrai.
 
Bruno J. Gimenes

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Compartilhe!



Habilite-se a inverter o usual processo do pedir, do sentir a falta. Invista seu tempo pessoal e sagrado conectando-se na sua riqueza interior e ofereça o seu melhor para o Universo, confiando na prosperidade que desde sempre existe em você.
Entre em contato com a sua abundância natural. Lembre-se de que todos nós temos algo a oferecer. Compartilhe, doe-se.
Contrate consigo mesmo de que neste ano que se iniciará, você olhará o próximo com mais benevolência, com maior empatia. Às vezes, estar junto sem falar já é o bastante. Observe quando calar e ofereça o seu silêncio afetivo. Fale apenas se tiver palavras amigas para expressar.
Evite falar mal do outro. A energia expandida nestas ocasiões sempre repleta de sentimentos tóxicos, não é nada próspera e nada perto da grandiosidade que você é.
Permita ser belo em todos os aspectos de sua existência. Colabore para sua auto estima florescer.
Ame a tudo e compartilhe com todos o seu melhor. Isso é o que realmente importa.
Se lembrar de vivências difíceis com alguém e a visa trouxer essa pessoa de volta, não se vingue, apenas esteja bem, compartilhe o bem. Sinta-se feliz e invista tudo para que possa estar bem, sempre compartilhando o seu melhor em todas as oportunidades que surgirem. Nada vem ao acaso.
Esqueça definitivamente o que lhe devem ou mesmo se considera o mundo ou a sua a sua vida injusta. Permita-se caminhar para frente. Inicie uma nova jornada num outro assento deste imenso e criativo cenário sagrado.
Reveja seus armários e dê o que precisa ser dado e que há tempos mantém. Muitas memórias/coisas guardadas podem representar faltas e dificuldades com o fluir da vida.
Pare de ser o senhor da verdade, pare de esperar reciprocidade do outro mediante leis que você próprio inventa. Decida parar de cobrar do outro o que sempre cobrou.
Defina-se como próspero e doador. Tenha prazer pelo simples fato de que é literalmente prazeroso compartilhar o seu melhor.
Celebre durante todo o ano o propósito de compartilhar. Aproveite a carona nesse novo status e celebre sua própria vida!
Já é hora de desconectar-se, de libertar-se do sonambulismo crônico da ilusão da falta. Seja feliz, não espere do outro o que você tem em abundância.
Compartilhe compaixão, afeto sincero, compartilhe sua criatividade e trabalho ao mundo.
Compartilhe seu amor.
Desejo que você definitivamente entre em contato com toda a abundância e prosperidade que já tem.
Desejo expansão sem limites! Já imaginou que delícia?
Você pode, você merece!
É isso que eu desejo a você.
Compartilho com você a sua/minha abundância. Compartilho com você a minha/sua confiança na vida.
Siga em frente. Compartilhe. Confie.
Você pode, você merece!
 
Silvia Malamud
 
Imagem: Goolge